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LEMON | Lusitânia Comedy Club – O Regresso
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Lusitânia Comedy Club – O Regresso

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1, 2, 3, 8, 9 e 10 de Fevereiro – Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa

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A História, dizem os manuais, é escrita pelos vencedores. O Lusitânia Comedy Club sugere outra ideia: a História reescrita por um homem que mordeu um cão (é verdade, aconteceu mesmo…), outro que acha que faltam sempre 5 para a meia noite (está certo pelo menos uma vez por dia…) e outro que já foi o último a sair (apagou a luz, obviamente). Essa História, ainda por cima, tem a veleidade de nos explicar a todos O Porquê da Coisa. E, acreditem, é algo que dá jeito saber, O Porquê da Coisa.

Há novidades neste Lusitânia Comedy Club: em cima do palco, Hugo Simões vem substituir Carlos Pereira, Luís Sousa faz o mesmo a Gustavo Vargas e André Pardal entra em campo para o lugar de Frederico Amaral, juntando-se os três novos atores a Ana Freitas, João A. Guimarães, Luís Oliveira e Mafalda Santos. Os textos continuam a ser assinados por Nuno Markl (o tal d’O Homem Que Mordeu o Cão), Francisco Martiniano Palma (quem tem créditos no 5 Para a Meia Noite) e Frederico Pombares (O Último a Sair) com canções originais de JJ Galvão.

Este espetáculo que agora regressa com nova estreia, levou ainda com uma espécie de “Querido, Mudei a Peça” com retoques de feng shui na encenação, o que torna a coisa uma nova experiência, mesmo para quem já se riu da primeira vez. E há muito para rir numa comédia musical que propõe Uma Reflexão Perfeitamente Inútil Sobre a Magnifica História de Portugal”. Inútil, inútil, não será, porque no mínimo contribui para nos rirmos de nós mesmos, para olharmos de forma diferente para aquele passado com que todos convivemos nos bancos da escola e que estava povoado de reis e rainhas, infantes e infantas, condestáveis ou nem por isso.

Rir faz bem à alma, embora possa contribuir para as nossas rugas de expressão. Rir ajuda a sacudir fantasmas e a tirar os santos de cima dos pedestais e a pensar que se calhar os pecadores – alguns pelo menos… – é que a sabiam toda. Ajuda perceber O Porquê da Coisa. E sempre se pode usar o que porventura se possa aprender (ou desaprender) com este espetáculo para irritar alguém, o que é, obviamente, saudável.

 

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